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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Conversa com o escritor António Torrado













Hoje, tivemos o privilégio de conversar com António Torrado, um dos maiores escritores portugueses de literatura infanto-juvenil.
A conversa foi dirigida pela Bárbara e pelo Rodrigo Miquelino, seguindo um guião, anteriormente, construído pela nossa turma.
O escritor António Torrado, apesar de estar doente, mostrou ser um óptimo conversador e uma pessoa muito divertida e simpática.
Ao longo da sua conversa contou-nos alguns episódios da sua vida de leitor e escritor e indicou-nos, ainda, onde é que se inspira para escrever os seus livros.
Leu uma pequena história que podemos encontrar na internet, no sítio "História do Dia", em http://www.historiadodia.pt/pt/index.aspx.
Finalmente, autografou os seus livros, com dedicatórias personalizadas.
6º A

Mensagem de António Torrado

Como disse, na entrevista, sessões como esta são particularmente inspiradores para a minha vida profissional da escrita para os mais jovens. Se no fim da minha intervenção me agradeceram com palmas, eu retribuo e agradeço a vossa participação atenta com o meu "Bem Haja!". Também merecem palmas.
António Torrado
Dez. 2009

A entrevista ao escritor António Torrado pode ser lida, brevemente, no blogue

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Três histórias do Futuro - Luísa Ducla Soares


Um filho por encomenda

Era um vez um rei que não tinha nenhum filho.
Até que um dia, decidiu convocar os cientistas para criarem um príncipe perfeito.
Este demorou mil dias e mil noites para ser criado.
O pequeno príncipe tinha tudo o que precisava. Havia sempre uma máquina para tomar conta dele.
Um dia, adoeceu.
O cientista levou-o para o hospital, juntamente com as máquinas.
o menino começou a chorar.
Todas as máquinas de divertimento estavam ligadas mas, ele continuava a chorar.
O que ele precisava era da atenção de um pai e por isso, desligou-se de todas às máquinas.
Assim que o rei soube o que se passara decidiu dar ao menino mais atenção, do que a que lhe tinham dado.
E assim, todos ficaram felizes.

Século XXVII cidade de Alcochete



No século XXVII, na cidade de Alcochete, vivia o senhor Roquete, que vendia sabonete.
Era uma bela cidade, com prédios de mil andares e fábricas aos milhares.
Só havia um senão, naquela cidade havia um certo cheirete que subia desde o antigo rio Tejo.
Por isso, o senhor Roquete vendia tanto sabonete.
Com o dinheiro do sabonete, o senhor Roquete ficou rico e comprou um prédio para morar, um carro para andar e um foguetão para viajar.
Também mandou construir umas fábricas. As suas chaminés começaram a deitar fumos de várias cores e o ar tornou-se irrespirável.
Tudo e todos passaram a usar máquinas de oxigénio.
Então, o senhor Roquete viajou no se foguetão e foi parar a um planeta desabitado onde decidiu morar.
Alguns anos depois, começaram a chegar mais pessoas e de novo começaram a construir.
O senhor Roquete com medo que o mesmo voltasse a acontecer, partiu de novo para um planeta que iluminava a noite, até que percebeu que estava de volta à sua cidade de Alcochete.
Bárbara Marques

terça-feira, 6 de outubro de 2009

domingo, 27 de setembro de 2009

Amizade


Todos temos um melhor amigo.
Pode ser gordo, magro, alto, baixo… pode usar óculos, aparelho… pode ser feio, bonito… mas nunca deixará de ser o nosso melhor amigo.
No meu caso, é uma amiga. Chama-se Thalyta e nunca a julguei pelo seu aspecto.
Andava sempre comigo. Na escola, fazíamos praticamente tudo juntas. Brincávamos, conversávamos e desabafávamos. Por isso, e por tudo, não importa a aparência, nunca irá importar, eu adoro-a como ela é. Isso, nunca irá mudar.

Bárbara Tomé Marques