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terça-feira, 18 de maio de 2010

sexta-feira, 26 de março de 2010

Os meus três desejos

- Filha! Já é tarde! Tens de ir dormir!
- Ok! Mãe! já vou!
Fui para a cama e adormeci. Logo depois, ouvi um grande ruído. Fui ver o que se estava a passar e encontrei uma fada.
Ela disse-me:
- Podes escolher três desejos.
Eu, muito assustada, a pensar quais escolheria, respondi-lhe:
- Primeiro, quero que os meus amigos sejam felizes para sempre, porque são muito especiais para mim.
Tlim!!!
- O seu desejo foi realizado.
- O segundo desejo é que mais ninguém passe fome no mundo, porque eles devem sofrer muito.
Tlim!!!
- O seu desejo foi realizado.
- O terceiro é que eu seja feliz para sempre, porque… UPS… não sei!
- O seu desejo não lhe será concedido.
Nisto, ouvi:
Filha! Acorda! - gritava a minha mãe,.
Acordei e percebi que afinal era só um sonho….

Valéria Alves

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Sopa de Lentilhas

Era uma vez, uma menina que se chamava Laura. Ela não gostava de sopa de lentilhas, fazia sempre birra para não a comer.
Um dia, a Laura estava na escola e foi ver a ementa. Lá, dizia: “Frango assado com arroz e sopa de lentilhas”.
A Laura, muito rapidamente, disse:
- Sopa de lentilhas! Que horror!
- Eu gosto de lentilhas. Tu não? – Perguntou-lhe a Mariana, uma colega da Laura!
- Eu não gosto. As lentilhas sabem muito mal. – respondeu a Laura.
Na cantina, à hora do almoço, a D. Carlota (Sr.ª da Cantina) entregou-lhe a sopa de lentilhas e o frango com arroz.
A Laura disse:
- Eu não quero a sopa de lentilhas! Só como o frango com arroz.
- Não! Vais comer tudo! Nem que eu te tenha de dar à colher. – Disse a D. Carlota.
A Laura fez birra e não comeu a sopa de lentilhas.
A mãe da Laura teve de ir à escola. Foi até à cantina e encontrou-a num canto, sentada no chão, a chorar.
A mãe pediu-lhe para irem conversar para casa.
Quando a Laura e a mãe chegaram a casa, ela contou-lhe o que se tinha passado na cantina. A mãe explicou-lhe que as lentilhas fazem bem à nossa saúde e que se devem comer muitas vezes.
A Laura ficou muito impressionada ao ouvir a explicação da mãe. A partir desse dia, decidiu que ia passar a comer lentilhas em casa, na escola e em todo o lado.
A Laura experimentou e até gostou.
Agora, já come lentilhas.
Mara Liliana (6ºA 2009-10) 

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Entrevista ao investigador José António de Jesus Martins


José António de Jesus Martins é investigador e autor do livro “Brincadeiras e Brinquedos da Idade Média”, a nossa turma, através da Joana Fontoura e do Tiago de Jesus, foi entrevistá-lo.
Podes ler a entrevista em:

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Peça de Teatro "Ulisses", encenação de António Feio pela Kultural Kids, no auditório do Colégio S. João de Brito


Após um almoço rápido, dirigimo-nos ao auditório, do Colégio S. João de Brito, para assistirmos à peça de teatro “Ulisses”, representada pela companhia Kultural Kids e encenada por António Feio.
Tudo começa com um jogo.
Após o final do cerco de Tróia, os deuses decidem criar e jogar um jogo, onde são colocados novos desafios a Ulisses.
O regresso a Ítaca e o reencontro com a família vai ser dificultado através de várias aventuras. Cada aventura é um nível novo, onde Ulisses e os seus companheiros utilizam a sua inteligência e bravura para poder prosseguir em direcção ao objectivo final – Ítaca.
No final, Ulisses regressa a Ítaca reencontra o seu filho Telémaco e a sua amada Penélope e expulsa os pretendentes do palácio.
6º A

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Extraterrestres na biblioteca

Era Sábado, o Miguel lia na biblioteca um livro, como várias pessoas, também, o faziam.
Ele lia o seu livro, muito sossegado. O título era “Extraterrestres”.
O Miguel achava o livro muito interessante.
Nesse instante, algo aconteceu na biblioteca. Ouviu-se um estrondo.
BUM !
Todas as pessoas que lá estavam fugiram, pensando que era um terramoto, mas Miguel não saiu. Queria ver o que era o estrondo.
Miguel aproximou-se, cada vez mais perto, do fumo que escondia o local donde tinha vindo o barulho. Mas, Miguel, ainda, não via nada. Por isso, decidiu aproximar-se mais um bocado, para ver o que era. Qual não foi o seu espanto. Quando viu sair, de dentro de um estranho disco voador, extraterrestres acabadinhos de chegar ao planeta Terra.
Miguel ficou impressionado. Nunca, tinha visto nada assim.
Os extraterrestres tinham grandes olhos, uma cabeça oval muito grande e eram verdes.
O Miguel gritou muito feliz:
- Uau! Que criaturas fantásticas!
Mas, claro que, os extraterrestres não percebiam o que o Miguel dizia. Por isso, foram-se embora sem nada dizer.Ao partir, deixaram um fio que parecia uma pulseira. Mas, não era uma pulseira real. O Miguel bem tentou devolver a pulseira. Mas, era tarde de mais. Então, o Miguel amarrou o fio no pulso e pensou:
- Esta vai ser a minha recordação de como vi um ET.
O Miguel decidiu então ir para casa. Muito contente, ao passar na passadeira, um carro muito acelerado ia-o atropelando. Então…ele deu um pulo muito grande da cama, e disse muito triste:
- Afinal, foi só um sonho! Nada mais!
Lembrou-se, então, da pulseira que tinha recolhido no encontro com os Extraterrestres. Olhou para o pulso e… a pulseira estava lá.
Afinal, não foi um sonho! Mas sim real.
Mara Resende

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

O TESOURO DO CAPITÃO BESUGO


Há muito tempo atrás, um velho pirata chamado “Capitão Besugo”, encalhou o seu barco na Ponta da Baleeira, situada em Albufeira. Nesse dia de maré de azar, o Capitão Besugo decidiu esconder o seu tesouro num sítio muito discreto onde ninguém o encontrasse, num sítio perfeito.
Muitos anos depois, um rapaz chamado Gonçalo ouve falar na história do Capitão Besugo.
Muito feliz por saber que havia um tesouro na cidade, o Gonçalo liga a três amigos, o Duarte, o Telmo e a Margarida pedindo-lhes para irem rapidamente para a Casa da Árvore, para poderem falar melhor.
Quando estão todos no Forte que é a Casa da Árvore, o Telmo, ansioso pergunta:
-Que se passa? Para nos chamares assim!
-Bem, acho… que existe um tesouro cá em Albufeira! – Disse o Gonçalo
-Existe?! Onde foste buscar essa ideia? – Disse o Duarte.
-Bem… ouvi falar de um tesouro escondido em Albufeira e de um pirata, um tal de Capitão Besugo, acho eu…
Toda a gente ficou curiosa, e foram pondo ideias na mesa, até que a Margarida disse:
-Tive uma ideia… e se visitássemos a biblioteca? Se calhar encontraríamos lá a história do Capitão Besugo.
- Acho uma ideia boa. É melhor irmos já antes que a biblioteca feche.
Apressadamente, correram para as bicicletas e foram direitos à Biblioteca Municipal Lídia Jorge. Quando lá chegaram, decidiram separar-se e procurar o livro do Capitão Besugo.
-Encontrei! Encontrei o livro! – Gritou o Telmo
Foram-se sentar numa mesa e o Gonçalo começou a ler o livro, lá, encontrou um enigma que dizia:

“Numa praia de Albufeira estará
A praia Maria Luísa não será
Muita pedra grande tem ela
E o tesouro está escondido nela.”

-Praia com muitas e grandes pedras! Deve ser a praia da Rocha! Só pode ser isso! – Disse o Duarte
-Esperem ainda tem mais! – Disse o Gonçalo, e imediatamente leu:

“Está muito bem enterrada
Debaixo da maior pedrada
Com pás terás que escavar
Para o tesouro encontrar.”

-Só pode ser a praia da Rocha! Só precisamos de pás para escavar. – Disse a Margarida.
-Esperem! Acho que tenho lá em casa algumas pás! Vou buscar. Esperem aqui! – Disse o Gonçalo.
Quando o Gonçalo voltou, cada um pegou numa pá e foram de bicicleta para a praia, quando lá chegaram, avistaram logo, o ponto mais alto da praia. De imediato, descalçaram os sapatos, e desataram a correr para lá.
-Olhem! Está aqui um X na rocha! Temos que escavar aqui na areia!
De imediato, pularam todos, e começaram a escavar. Escavaram… escavaram… escavaram… até encontrar o tesouro. Felizes, pegaram no tesouro e abriram-no. Com grande espanto viram que lá dentro estava roupa de pirata, e no meio um bilhete que dizia:



O Gonçalo e os seus amigos estiveram muito tempo a brincar com as roupas, até que a Margarida teve a feliz ideia de meter novas roupas dentro do baú do tesouro e enterrá-lo no mesmo local para que outras crianças pudessem descobri-lo, e depois brincar, tal como o Gonçalo e os seus amigos fizeram. E assim foi feito!
Agora sê tu a descobrir o tesouro!
Tiago Jesus